#PegaaDica: Aline Santos — Existem soluções digitais universais?

No #PegaaDica de hoje, vamos falar sobre soluções digitais universais. Elas existem?

Imagem que mostra uma tela de computador e diversos elementos que remetem à diversidade, como cadeira de rodas, linguagem de sinais, pessoas com deficiência visual e auditiva.

O #PegaaDica é uma seção que estamos estreando, hoje, no blog e esperamos que vocês gostem! A ideia é trazer dicas de vídeos curtos, fáceis de entender e que tratem de conceitos de UX e design de uma maneira simples. Ideais para quem está começando a se aventurar no mundo da experiência do usuário.

Para começar, trouxemos um vídeo muito interessante da Aline Santos, uma das nossas professoras da Formação UX Design. Além de professora e parceira da Mergo, Aline é especialista em plataformas colaborativas para o engajamento de causas e advocacy. E também palestra em grandes eventos, como a Campus Party.

Na edição Campus Party Digital Goiás 2020, Aline participou do palco Joy of Live da CPP e trouxe um questionamento muito pertinente para quem pensa na experiência dos usuários: existem soluções digitais universais?

“Sua solução é amigável a todas as pessoas?” — Aline Santos

A importância de se pensar Desenho Universal está no fato de que o processo de criar um negócio ou uma solução pode gerar ou agravar desigualdades. Por outro lado, quando bem estruturado, ele pode promover a equidade.

Nessa área de estudo do UX Design, aprende-se sobre a pluralidade de usuários, que as mudanças são necessárias na cultura organizacional e na modelagem de estratégias para construir cenários cada vez mais sólidos e inclusivos.

Quer assistir a palestra completa da Aline? Só clicar no vídeo abaixo, disponibilizado pela Campus Party:

E como de costume, a gente já te adianta 3 pontos super relevantes que esse vídeo traz pra você e que vale a pena entender:

  1. Design Universal e Design Inclusive não são sinônimos. Enquanto o primeiro tenta pensar em soluções para o maior número de pessoas possível, o segundo pensa em famílias de soluções para atender à diversidade da população.
  2. Não olhar para a diversidade das pessoas, tendo como base o Design Inclusive, custa caro! Isso porque, depois, vai ser preciso investir em atendimento ao cliente, na degradação da marca e para reverter a insatisfação das pessoas.
  3. Para saber se a sua solução é inclusiva, primeiro, é preciso identificar quem você escolhe excluir. E sim, essa é uma escolha. E você pode usar dados demográficos para entender quais grupos a sua solução exclui.

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